FIFA AMEAÇA O FOGÃO! Perda de 6 pontos no Brasileirão por dívida é risco real; entenda a crise

A Estrela Solitária sob ameaça! FIFA pode tirar 6 pontos do Botafogo no Brasileirão por dívida milionária. Entenda a crise que abala o Glorioso.

Almada defendeu o Botafogo em 2024 — Foto: Vítor Silva/Botafogo

A Espada da FIFA Sobre Nossas Cabeças

A Estrela Solitária está sob ataque. Não de um rival em campo, mas de uma ameaça que vem de Zurique, fria e burocrática. O Botafogo, nosso Glorioso, corre o risco real e iminente de perder seis pontos no Campeonato Brasileiro. Uma punição que pode manchar nossa campanha e jogar por terra todo o suor derramado em campo. A razão? Uma dívida que se arrasta e uma nova punição que caiu como uma bomba em General Severiano.

Nesta segunda-feira, a notícia que nenhum botafoguense queria ler se tornou oficial: sofremos mais um ‘transfer ban’. Desta vez, a origem do pesadelo é a dívida com o Atlanta United, dos Estados Unidos, referente à negociação do jogador Thiago Almada. O clube tem agora um prazo de 90 dias para quitar uma dívida de 25 milhões de dólares, o que equivale a uma fortuna de aproximadamente R$ 125 milhões. O relógio está correndo, e o futuro do Fogão no Brasileirão está em jogo.

Um Acordo Quebrado e a Paciência Esgotada

Para o povo do Fogão, que vive de paixão e memória, a situação soa como um filme repetido. Esta não é a primeira vez que a dívida com o Atlanta United nos assombra. Segundo a reportagem, o clube já havia sido punido com um transfer ban em 30 de dezembro de 2025, pelo mesmo motivo.

Naquela ocasião, um acordo foi costurado. O Botafogo pagou 10 milhões de dólares à vista no início de fevereiro, um gesto que parecia sinalizar o fim da crise. Contudo, a segunda parcela do acordo não foi paga. O atraso custou caro, e a paciência dos credores e, consequentemente, da FIFA, parece ter chegado ao fim. Agora, a corda esticou ao máximo.

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O Código do Terror: O Que Diz o Regulamento da FIFA

O que mais apavora a torcida alvinegra é que o ‘transfer ban’, a proibição de registrar novos jogadores, pode ser apenas o começo do castigo. O Código Disciplinar da Fifa é claro e assustador. Ele prevê sanções muito mais severas para o que chama de “descumprimento persistente” e “infrações repetidas”.

A regra, citada na matéria original, é um soco no estômago de qualquer torcedor: “Uma dedução de pontos ou rebaixamento para uma divisão inferior também pode ser determinada, além da proibição de inscrição de novos jogadores, em caso de descumprimento persistente (ou seja, se a proibição de inscrição de novos jogadores tiver sido cumprida por mais de três períodos de inscrição completos e consecutivos após a notificação da decisão), infrações repetidas ou violações graves, ou se nenhuma proibição total de inscrição puder ser imposta ou cumprida por qualquer motivo”. Sim, você leu direito. A palavra “rebaixamento” está ali, escrita em preto no branco.

Recuperação Judicial: Um Escudo com Fissuras

A diretoria do Botafogo tenta usar uma carta na manga: a Recuperação Judicial. O clube solicitou que as punições da FIFA sejam suspensas, argumentando que todas as dívidas devem ser congeladas e discutidas dentro do processo da RJ. Na teoria, seria um alívio, uma forma de ganhar tempo e fôlego.

Porém, há um detalhe cruel que pode anular essa estratégia. A própria fonte informa que os transfer bans impostos ANTES do pedido de Recuperação Judicial, como é o caso da dívida com o Atlanta United, não podem ser renegociados. Devem ser pagos, sem choro nem vela. Isso coloca o Glorioso em uma sinuca de bico, com uma dívida que precisa ser quitada para evitar o caos desportivo.

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Um Mar de Dívidas: A Crise é Maior

Como se não bastasse a situação com o time americano, a crise administrativa é um monstro de várias cabeças. O transfer ban por Thiago Almada é apenas o mais recente de uma série de punições que se acumulam nos escritórios de General Severiano. A gestão financeira parece um labirinto sem saída.

Desde 20 de abril, o Botafogo já carrega uma punição referente a dívidas com o Ludogorets, da Bulgária, pela contratação de Rwan Cruz. Uma negociação de 8 milhões de euros (cerca de R$ 48,3 milhões na época). Pouco depois, em 7 de maio, veio outra pancada: uma nova punição, desta vez pela dívida com o New York City pela chegada de Santi Rodríguez, em um acordo de 5 milhões de dólares (aproximadamente R$ 85 milhões na cotação da época). São dívidas que se empilham e que mostram um cenário preocupante para a saúde financeira da nossa SAF. O campo pode estar nos dando alegrias, mas os bastidores são um verdadeiro campo minado. A Estrela Solitária precisa brilhar mais forte do que nunca para nos guiar através desta tempestade.

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.