BASTIDORES REVELADOS! Ex-diretor do Fogão abre o jogo sobre Rayan: ‘FOI QUASE!’

Ex-diretor do Glorioso revela que joia da Seleção, Rayan, esteve a um passo de vestir a camisa alvinegra. Saiba os detalhes da negociação milionária!

Rayan na coletiva — Foto: Nelson Terme/CBF

A Bomba que Ninguém Esperava: Rayan com a camisa do Glorioso?

Imagine a cena, torcedor alvinegro. A joia de São Januário, o garoto que hoje é titular da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, vestindo a camisa mais bonita do mundo. Rayan, com a Estrela Solitária no peito, incendiando o Nilton Santos. Parece um sonho, uma loucura? Pois saiba que foi quase realidade. Em uma revelação bombástica, Alessandro Brito, ex-diretor de gestão esportiva do Botafogo, abriu o jogo e contou os detalhes de uma negociação que poderia ter mudado a história recente do futebol carioca.

Em entrevista ao portal ge, Brito confirmou que o atacante Rayan, antes de sua transferência para o Bournemouth da Inglaterra, foi um alvo concreto e aprovado pela Eagle, a rede de clubes de John Textor. A negociação avançou e, por muito pouco, não vimos o prodígio trocando de lado na rivalidade.

A Engenharia Milionária para Tirar a Joia do Rival

A operação era digna de um filme de espionagem, uma jogada de mestre arquitetada nos bastidores. As conversas, que ocorreram no final da temporada passada, envolviam diretamente o Lyon, clube francês da galáxia Textor, e o Vasco. A proposta era robusta e tentadora: 14 milhões de euros, o que na época representava cerca de R$ 86 milhões.

Mas não parava por aí. O acordo era ainda mais engenhoso. Dentro do pacote, o Vasco quitaria uma dívida de R$ 15 milhões com ninguém menos que Thairo Arruda, então CEO do nosso Botafogo, que havia tido um papel na intermediação da SAF vascaína com a 777. Uma manobra complexa, que mostrava o tamanho da vontade do nosso Glorioso em contar com o atleta.

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O Botafogo entrou no circuito como peça-chave. O Lyon, na ocasião, enfrentava um problema burocrático: havia estourado o limite de jogadores estrangeiros em seu elenco. A solução? Rayan viria para o Alvinegro de General Severiano, para brilhar em solo brasileiro antes de, talvez, cruzar o Atlântico. Era o plano perfeito.

‘O Desejo do Atleta’: A Palavra Final que Impediu o Sonho

A negociação foi conduzida com afinco, principalmente por Thairo Arruda, que usou sua boa relação com a diretoria do Vasco e com o staff do jogador para tentar viabilizar o negócio. Tudo parecia caminhar, os números estavam na mesa, a estratégia traçada. Mas no futebol, como na vida, nem tudo é planejado. O fator humano falou mais alto.

Nas palavras do próprio Alessandro Brito, o sonho esbarrou na vontade do jogador. A citação do ex-diretor é dolorosamente clara para a torcida alvinegra: “Foi quase, foi quase. […] O jogador queria sair do Vasco diretamente para o exterior. Ele não tinha essa vontade de atuar por outro clube no Brasil, ainda mais sendo uma equipe aqui da cidade. Esse foi um ponto importante para nós. A gente não conseguia avançar porque o desejo do atleta era sair daqui direto para a Europa.”

Brito ainda complementou: “Surgiu uma ideia de levá-lo para o Lyon, mas, justamente naquela época, houve toda essa situação financeira e também societária. Então, não conseguimos avançar com o Rayan para o Lyon. Mas era um alvo aprovado tanto pelo Botafogo quanto pelo Lyon. A questão é que ele tinha esse desejo de sair do Vasco e ir diretamente para fora.”

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O Destino, a Premier League e a Glória na Seleção

O ‘não’ de Rayan ao Fogão o manteve em São Januário por mais um tempo. O destino, porém, cobrou seu preço. Pouco tempo depois, nesta temporada, ele foi vendido ao Bournemouth, da Inglaterra. O valor? Espantosos 35 milhões de euros (28,5 milhões fixos e 6,5 milhões em metas), tornando-se a maior venda da história do clube rival.

Na liga mais competitiva do mundo, Rayan não sentiu o peso. Em 15 jogos, marcou cinco gols e deu duas assistências, números que chamaram a atenção de Ancelotti. A convocação para a Copa do Mundo veio como consequência natural, e o atacante já se firmou como titular, como visto na vitória do Brasil sobre a Escócia.

Fica a reflexão para o povo do Fogão. A história de um ‘quase’ que nos enche de frustração, mas também de orgulho. Mostra que o Botafogo voltou a ser gigante no mercado, capaz de planejar operações ousadas e de sonhar com os maiores talentos. A mística alvinegra atrai, e embora Rayan tenha escolhido outro caminho, a certeza que fica é que a Estrela Solitária continuará buscando os predestinados a vestir nosso manto sagrado. A próxima joia pode dizer ‘sim’.

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Informações com base em reportagem do ge.globo.com.