SALVADOR DE BILHÕES: Conheça Gabriel de Alba, o ‘mago’ que salvou o Cirque du Soleil e vai comprar o Fogão!

O homem que salvou o Cirque du Soleil de uma dívida bilionária está a um passo de comprar o Fogão! Conheça Gabriel de Alba e sua proposta de US$ 130 milhões.

Gabriel de Alba — Foto: Ethan Miller/Getty Images

A Estrela Solitária Encontra seu Guardião?

Nação Alvinegra, respire fundo. Em meio às tempestades e incertezas que tanto castigam nosso Glorioso, uma luz surge no horizonte. E ela não vem de um aventureiro qualquer. O nome dele é Gabriel de Alba, e sua especialidade é, poeticamente, a nossa cara: ele é um mestre em resgatar gigantes caídos. O homem que salvou o Cirque du Soleil da falência está a um passo de assumir o controle do nosso Botafogo.

Após o acordo de paz selado entre o Botafogo e a Eagle, de John Textor, o caminho ficou livre. E a proposta da GDA Luma Capital, empresa liderada por De Alba, não é apenas a mais forte – é a que carrega a mística de quem entende de reconstrução. Eles não veem um clube em crise, veem um “ativo podre” (distressed asset), um gigante adormecido com potencial de valer ouro. E para nós, torcedores, isso soa como música.

Gabriel de Alba: O ‘Rei dos Ativos Podres’

Mas quem é esse homem? Gabriel de Alba não é um novato. Natural do México, ele é o cérebro por trás da GDA e o atual presidente do Cirque du Soleil. Sua formação é de assustar qualquer adversário: finanças e economia pela NYU, MBA pela Universidade Columbia e uma pós-graduação em matemática e ciências da computação em Harvard. São 25 anos de experiência transformando problemas em lucros.

Seu método é claro: ele entra em empresas subvalorizadas e em dificuldades financeiras, injeta capital, reformula estratégias e as coloca de pé novamente. O currículo dele inclui a empresa de petróleo colombiana Frontera Energy, a operadora de cassinos canadense Gateway Casinos e até a marca de cosméticos Pat McGrath Cosmetics nos EUA. Ele sabe onde pisa.

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A Proposta de US$ 130 Milhões para Resgatar o Fogão

Vamos aos números que importam, torcedor. A GDA Luma Capital não está para brincadeira. A proposta na mesa é de US$ 105 milhões (cerca de R$ 550 milhões) para adquirir 90% das ações da nossa SAF. Mas não para por aí.

Lembra daquele empréstimo de US$ 25 milhões para quitar o transfer ban pela contratação de Thiago Almada? Ele seria quitado na operação. Na prática, é como se o investimento total no Glorioso fosse de aproximadamente US$ 130 milhões! É dinheiro para reestruturar, para respirar, para sonhar.

A relação com a GDA, aliás, não começou agora. Foi um empréstimo da empresa de De Alba, em fevereiro, que nos salvou de uma dor de cabeça ainda maior. A transação de US$ 22,8 milhões (cerca de R$ 113,3 milhões) foi descrita no contrato como “liquidez em último recurso” e serviu para pagar pendências urgentes, incluindo a dívida por Almada. Aquele movimento gerou um terremoto interno, culminando na saída do então CEO, Thairo Arruda, mas hoje vemos que era o primeiro passo para essa nova era.

O Exemplo do Cirque du Soleil: A Esperança Alvinegra

Para entender o que pode acontecer com o Botafogo, basta olhar para a obra-prima de Gabriel de Alba: o Cirque du Soleil. Em 2020, a companhia de espetáculos mais famosa do mundo estava à beira da falência, com uma dívida de US$ 1 bilhão. O fim parecia certo.

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Foi aí que De Alba, na época sócio da credora Catalyst Capital Group, entrou em cena. Ele liderou um plano de reestruturação genial: usou a recuperação judicial para renegociar débitos, converteu dívidas antigas em ações, injetou novo capital e reergueu o circo. Ele não apenas salvou a companhia, mas a fez crescer novamente. É essa mentalidade, essa capacidade de ver a luz no fim do túnel, que ele quer trazer para General Severiano.

Um Futuro Independente, Longe de Textor

Uma dúvida paira na cabeça de todo botafoguense: e John Textor? A fonte é clara: apesar de o americano ter sido o intermediário que apresentou a GDA ao Botafogo, ele não estará envolvido no futuro da gestão. A GDA Luma Capital preza por sua independência e quer tocar o projeto com sua própria filosofia.

Isso significa um novo começo, uma página virada. A empresa admite, contudo, que pode trabalhar com a Eagle/Ares se for necessário, mostrando pragmatismo. Para a GDA, o Botafogo é a porta de entrada para o mundo do futebol. E para nós, fiéis da Estrela, Gabriel de Alba pode ser a chave que finalmente abrirá a porta para a glória sustentável que tanto merecemos.

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Informações com base em reportagem do ge.globo.com.