BARBOZA: MP-RJ DÁ ‘OK’ PARA VENDA MILIONÁRIA, MAS GUERRA INTERNA NO FOGÃO PODE MELAR TUDO!

A saga de Alexander Barboza ganha novo capítulo! MP aprova venda de R$18M ao Palmeiras, mas Eagle Holdings bate o pé. O futuro do zagueiro está na Justiça.

A Saga de Barboza: Um Nó na Justiça

Ah, ser botafoguense… É viver em uma novela constante, onde a glória e o drama andam de mãos dadas. Quando pensávamos que a venda do zagueiro Alexander Barboza para o Palmeiras era página virada, um novo capítulo, digno dos roteiros mais complexos, se desenrola nos tribunais do Rio de Janeiro. O que era para ser uma simples transação de mercado virou uma batalha de gigantes nos bastidores do nosso Glorioso.

O jogador já foi anunciado pelo time paulista, já vestiu a camisa, mas, para o Botafogo, a história é outra. A negociação, que envolve a cifra de R$ 18 milhões, depende de uma canetada judicial para ser, de fato, concretizada. E é aqui que a mística alvinegra, aquela que nos faz sofrer e amar, entra em campo.

O ‘SIM’ do Ministério Público: Uma Luz na Escuridão?

Nesta segunda-feira (25), uma notícia trouxe um sopro de esperança para as finanças do clube. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) se manifestou de forma FAVORÁVEL à venda de Barboza. Em meio ao nosso processo de recuperação judicial, cada centavo conta, e essa quantia seria um alívio imenso para os cofres do Fogão.

A 2ª Vara Empresarial do Rio, que é quem bate o martelo final, aguardava justamente esse posicionamento. Nas palavras do promotor Leonardo Araújo Marques, a coisa toda ficou bem clara. A manifestação enviada ao poder judiciário dizia:

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“Ciente de todo o acrescido, o Ministério Público não se opõe à cessão onerosa dos direitos federativos e econômicos do atleta Alexander Barboza pelo valor de R$ 18.000.000 (dezoito milhões de reais), nos termos do instrumento anexo firmado com o Palmeiras. Seguimos acompanhando as demais transações a serem informadas no presente incidente”.

Um ‘ok’ claro, direto e objetivo. Um documento que, em tese, deveria encerrar a discussão e liberar o dinheiro para o clube. Mas, como sabemos, em General Severiano, nada é tão simples assim.

Eagle Contra-Ataca: A Guerra Fria nos Bastidores

Eis que surge o grande vilão (ou seria apenas um protagonista incompreendido?) desta trama: a Eagle Football Holdings, nossa acionista majoritária. Se de um lado o MP-RJ deu sinal verde, do outro, a Eagle pisou no freio com toda a força. Na semana passada, a holding informou à Justiça que NÃO dava seu aval para a negociação.

A acusação é grave e acende um alerta em toda a torcida alvinegra. A Eagle alega “falta de transparência” por parte da SAF do Botafogo e afirma não ter “elementos suficientes” para aprovar a venda do zagueiro para o time alviverde. Como assim? Uma briga interna, exposta nos tribunais, entre a SAF e seu principal investidor? Isso é Botafogo em sua mais pura essência dramática.

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Essa discórdia acontece logo após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) devolver os poderes políticos ao grupo internacional no clube. Parece que, com o poder de volta nas mãos, a Eagle resolveu mostrar quem manda. Mas a que custo? Ao custo de R$ 18 milhões que podem fazer falta? Ao custo de expor uma fratura na gestão do nosso time?

E Agora, Juiz? O Destino do Fogão em Jogo

Com duas manifestações completamente opostas em mãos — o ‘sim’ do Ministério Público e o ‘não’ da Eagle Holdings —, a batata quente agora está no colo da 2ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. É um juiz quem decidirá o futuro da negociação e, indiretamente, o destino de uma quantia vital para o Glorioso.

Enquanto isso, o Palmeiras, segundo apuração da ESPN Brasil, assiste a tudo de camarote. O clube paulista se diz tranquilo, afirmando que cumpriu todas as etapas da operação e que espera contar com Barboza a partir de 20 de julho, quando a janela de transferências reabre. Eles não parecem preocupados com o nosso imbróglio interno.

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Para nós, fiéis da Estrela Solitária, resta a angústia e a incerteza. É inacreditável que uma venda já anunciada se transforme em uma guerra judicial interna. Essa disputa de poder nos bastidores só prejudica o Botafogo. Que a Justiça seja rápida e que a decisão, seja qual for, coloque os interesses do Alvinegro de General Severiano em primeiro lugar. Porque, no fim do dia, é a Estrela Solitária que precisa continuar a brilhar.

Informações com base em reportagem do www.espn.com.br.