REVIRAVOLTA NA SAF: Textor anuncia passo DECISIVO para retomar o Glorioso!

Virada de jogo na SAF! Em nota oficial, John Textor revela que rival não se defendeu na justiça e crava: 'Questão de tempo para eu ser o dono de novo'.

John Textor perdeu o controle do Botafogo (Foto: JUAN MABROMATA / AFP)

Um Silêncio que Grita: A cartada de mestre de Textor

A terça-feira amanheceu com ares de reviravolta em General Severiano. Em um comunicado que soa como um trovão, John Textor, o homem que nos fez sonhar com uma nova era, anunciou um movimento crucial na batalha judicial pelo controle do nosso Botafogo. A Eagle Bidco, subsidiária da Eagle Football Holdings, simplesmente não apresentou defesa no processo movido nos Estados Unidos. Para o bom entendedor, um pingo é letra. Para o povo do Fogão, é a chama da esperança se reacendendo com força.

Em nota oficial, publicada em seu site, a estratégia de Textor ficou clara como o brilho da Estrela Solitária em noite de gala. A ausência de contestação do outro lado da trincheira é vista por sua defesa como um caminho aberto, uma avenida para a vitória. O americano não está para brincadeira e deixou isso explícito.

‘Questão de Tempo’: A Promessa de Retorno ao Comando

As palavras usadas no comunicado de Textor são música para os ouvidos da torcida alvinegra, que vive em um limbo de incertezas. A confiança exalada é quase palpável, um recado direto para quem duvidou que ele lutaria pelo que acredita ser seu por direito. A nota crava, sem rodeios: a inércia da Eagle Bidco pode acelerar o desfecho que tanto ansiamos.

“Se a Eagle Bidco continuar optando por não comparecer ao processo e não defender ou contestar as alegações do Sr. Textor, então medidas intermediárias, como as medidas cautelares, terão menor importância”, afirma o comunicado, em um tom que mistura técnica jurídica e pura estratégia de guerra. É como entrar em campo e o adversário não aparecer. O W.O. parece iminente.

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E a estocada final, a frase que ecoará em nossas mentes, é de uma contundência rara: “Nesse cenário, deverá ser apenas uma questão de tempo até que as alegações de propriedade do Sr. Textor prevaleçam nos processos completos de rescisão e ação declaratória, e o Sr. Textor seja restabelecido como proprietário da SAF Botafogo”. Não é mais “se”, é “quando”. Textor aposta tudo na sua convicção de que a justiça prevalecerá a seu favor.

O Jogo de Xadrez em Três Frentes: EUA, Inglaterra e Brasil

Essa não é uma briga simples. É um complexo xadrez jurídico sendo jogado em três tabuleiros simultaneamente, uma disputa global pelo coração do Glorioso. Cada movimento é friamente calculado, e a ausência de defesa da Eagle Bidco foi o xeque no tabuleiro americano.

  • Nos Estados Unidos: O palco principal da reviravolta. Em 4 de junho, Textor entrou com uma ação declaratória na Flórida para que a Justiça confirme que ele ainda é o dono dos 90% das ações da nossa SAF. Ele alega que a Eagle Bidco nunca pagou o que devia. Os réus são a Eagle Bidco, João Paulo Magalhães Lins e Augusto Montenegro. E, segundo Textor, eles escolheram o silêncio.
  • Na Inglaterra: Uma jogada de proteção. Os advogados de Textor pediram uma medida cautelar para impedir que a Cork Gully, a administradora judicial que assumiu a Eagle Football Holdings, venda as ações do Botafogo para qualquer um enquanto a poeira não baixar. É como colocar um zagueiro firme para proteger nosso patrimônio.
  • No Brasil: O argumento mais forte, a carta na manga. A defesa aqui alega que o contrato de venda das ações é “void ab initio”. Em bom português, é nulo desde o seu nascimento, como se nunca tivesse existido. Textor pede a rescisão total e a devolução do que é nosso.

E o Fogão? A Gestão em Meio ao Furacão

Enquanto os advogados batalham, o dia a dia do nosso Fogão segue em um ritmo de transição. É impossível esquecer a cronologia dos fatos: Textor, que assumiu em março de 2022 com a promessa de uma revolução, foi afastado do comando em abril deste ano por uma decisão do Tribunal Arbitral da FGV. Em maio, deixou seu último cargo, no Conselho de Administração.

Atualmente, a gestão é tocada em meio a essa disputa. A Eagle Football Holdings, rede de clubes de Textor, está sob administração judicial da Cork Gully. No Brasil, a GDA, empresa do mexicano Gabriel de Alba, já participa da gestão, mesmo que a venda não esteja concluída. Um plano estratégico de 100 dias foi iniciado sob o comando do CEO Eduardo Iglesias, buscando dar um norte ao clube neste momento turbulento.

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Para nós, fiéis da Estrela, a situação é de angústia e expectativa. Vemos uma batalha nos bastidores que definirá o futuro do clube que amamos. A notícia de hoje, porém, injeta uma dose cavalar de otimismo. A postura de Textor, combativa e confiante, mostra que o americano não jogou a toalha. Pelo contrário, parece ter encontrado a brecha que precisava para virar o jogo.

A pergunta que fica é: estamos testemunhando o início do fim dessa novela? Será que em breve teremos John Textor de volta ao leme, com a faca nos dentes para cumprir suas promessas? A mística alvinegra nos ensinou a acreditar até o fim. E, hoje, a esperança de ver nosso Glorioso com um futuro definido e vitorioso brilha mais forte.

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.