MEMÓRIA DE GIGANTE: Torcida elege goleada sobre o Cruzeiro como o jogo do semestre!

Em enquete do ge, os fiéis da Estrela Solitária cravaram: o 4x0 sobre o Cruzeiro, com show de Danilo, foi o momento mais glorioso do semestre. Relembre!

Equipe do Botafogo - Botafogo x Cruzeiro - Brasileirão 2026 — Foto: Alexandre Durão

A ESCOLHA DO POVO ALVINEGRO: A GOLEADA QUE FICOU NA HISTÓRIA

Em um semestre de altos e baixos, onde a Estrela Solitária brilhou intensamente e também conheceu a sombra, a torcida do Fogão foi chamada a escolher. Em uma enquete promovida pelo portal ge, a pergunta era clara: qual foi o jogo que mais marcou a alma botafoguense na primeira metade do ano? E a resposta veio com a força de um trovão: a goleada impiedosa de 4 a 0 sobre o Cruzeiro, na estreia do Brasileirão, foi coroada como a melhor partida do Glorioso.

Com impressionantes 37% dos votos, a memória daquela noite permanece viva e pulsante. Foi um jogo que começou tenso, equilibrado, com as duas equipes se estudando no primeiro tempo. Mas o que aconteceu na segunda etapa foi um verdadeiro recital alvinegro, uma sinfonia de futebol que lavou a alma dos fiéis da Estrela.

Aquele jogo foi a prova de que, quando o Botafogo se encontra, poucos podem pará-lo. Foi a manifestação da nossa mística, um recado para o campeonato de que o Glorioso estava, sim, muito vivo.

UM SHOW DE DANILO E A EXPLOSÃO NO SEGUNDO TEMPO

O que dizer daquela segunda etapa? Foi um atropelo. Um massacre. O time voltou do vestiário com o sangue nos olhos e a faca nos dentes, pronto para decidir. E decidiu. O grande maestro da noite foi Danilo, que, ao lado de um inspirado Montoro, orquestrou o show.

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Danilo não se contentou em jogar bem. Ele foi decisivo, letal. Marcou não um, mas dois gols que desmontaram a defesa adversária. O placar foi completado por Matheus Martins e Artur, selando uma vitória que ecoou por todo o Brasil. O 4 a 0 não foi apenas um placar, foi uma declaração de intenções.

Para nós, torcedores, foi a catarse. Depois de um início de ano complicado, com eliminações que doeram, ver o time estrear no Brasileirão com tamanha autoridade foi um bálsamo. Foi a lembrança de que, em General Severiano, a esperança nunca morre.

A VIRADA ÉPICA NA ARGENTINA QUE QUASE LEVOU O OURO

Se a goleada foi a favorita, a segunda colocada na votação mostra o DNA de luta do nosso time. Com 34% dos votos, a virada heroica por 3 a 2 sobre o Racing, em plena Argentina, pela Sul-Americana, ficou marcada a fogo na memória da torcida alvinegra.

Aquela partida foi puro Botafogo. Um roteiro de cinema, cheio de idas e vindas no placar. Sofrimento, angústia e, no fim, a glória. Começamos marcando com Arthur Cabral e Júnior Santos, mas a noite em Avellaneda reservava mais drama.

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E quando tudo parecia se encaminhar para um empate, a estrela de Danilo brilhou mais uma vez. Nos acréscimos, no apagar das luzes, ele marcou o gol da vitória. Um gol que fez tremer a Argentina. Um gol que personificou o espírito de nunca desistir que define o nosso clube. Foi uma vitória de raça, de superação, de um time que sabe ser gigante fora de casa.

O DIA EM QUE ARTHUR CABRAL SILENCIOU O CORINTHIANS

Fechando o pódio das grandes atuações, com 19,8% da preferência dos torcedores, está a vitória sobre o Corinthians, um jogo que teve um nome e um sobrenome: Arthur Cabral. O atacante viveu uma noite de rei, anotando os três gols da vitória.

Não foram gols quaisquer. Foram dois golaços, pinturas que o elegeram, sem qualquer margem para discussão, como o melhor em campo. Ver um jogador com a nossa camisa ter uma atuação de gala como aquela, demolindo um rival de peso, é algo que enche o coração de qualquer botafoguense de orgulho.

A VOLTA POR CIMA: OS NÚMEROS DO SEMESTRE ALVINEGRO

Esses jogos foram os picos de um semestre que representou uma verdadeira volta por cima. Após as eliminações dolorosas na pré-Libertadores e no Campeonato Carioca, muitos duvidaram da nossa força. A resposta veio em campo.

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Até a parada para a Copa do Mundo, o Botafogo alcançou um aproveitamento de 52,1%, garantindo a classificação para as oitavas de final da Copa Sul-Americana e ocupando a 12ª posição no Brasileirão. Em 39 jogos disputados, foram 18 vitórias, sete empates e 14 derrotas. O ataque funcionou, balançando as redes 62 vezes, enquanto a defesa sofreu 49 gols.

No comando técnico, o período foi de transição. O argentino Martín Anselmi esteve à frente em 17 partidas, passando o bastão para o português Franclim Carvalho, que já comandou o time em 16 oportunidades. Entre eles, Rodrigo Bellão, do sub-20, assumiu interinamente, mostrando a força que vem da nossa base. Esses números mostram um time em reconstrução, mas com a chama da competitividade mais acesa do que nunca.

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.