GUERRA NO FOGÃO: Textor processa presidente e cobra R$ 2 BILHÕES!

BOMBA! John Textor processa presidente e ex-presidente do Botafogo e cobra indenização de R$ 2 bilhões por traição. Entenda a guerra pelo controle do Fogão!

João Paulo Magalhães Lins e John Textor, presidente e dono da SAF do Botafogo, respectivamente — Foto: Bárbara Mendonça/ge

BOMBA EM GENERAL SEVERIANO: Textor declara guerra total!

A terra tremeu. O que era um temor nos corredores de General Severiano agora é uma guerra aberta, travada nos tribunais e com cifras que desafiam a imaginação. Nesta sexta-feira, o povo do Fogão acordou com uma notícia que soa como um trovão em céu azul: John Textor, o homem que prometeu uma nova era, está processando o atual presidente do Botafogo, João Paulo Magalhães, e o ex-presidente Carlos Augusto Montenegro. E o preço da briga é astronômico: uma indenização que supera US$ 400 milhões, o equivalente a mais de R$ 2 bilhões.

Não é um erro de digitação. É uma batalha pelo controle, pela alma e pelo futuro do nosso Glorioso. Em novos documentos anexados a um processo que corre na Justiça da Flórida, nos Estados Unidos, Textor não poupa ninguém e acusa a dupla de uma manobra gravíssima: “interferência indevida” em seus negócios. Uma traição, nas palavras de qualquer torcedor que ama a Estrela Solitária.

O Pomo da Discórdia: Quem é o Dono do Botafogo?

Para entender a fúria de Textor, é preciso voltar ao cerne da questão, um nó que o americano tenta desatar na justiça. Segundo o empresário, a venda de suas ações para a Eagle Bidco, assinada em novembro de 2022, nunca foi de fato concluída. O motivo? Um calote. Textor afirma categoricamente que o valor de 24 milhões de dólares, previsto no acordo, jamais foi pago.

A lógica do americano é simples e direta: se o dinheiro nunca entrou na conta, a transferência das ações é nula. E se a transferência é nula, ele, John Textor, continua sendo o legítimo proprietário de 90% das ações da SAF Botafogo. É com base nesse argumento que ele busca, antes de mais nada, o reconhecimento judicial de que o Fogão, em sua estrutura de Sociedade Anônima, ainda lhe pertence.

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Bastidores em Chamas: A Acusação de Conspiração

Mas a bomba não para por aí. A ação judicial vai além da disputa societária com a Eagle. Ela mira diretamente no coração da administração do clube. Textor acusa João Paulo Magalhães e Carlos Augusto Montenegro de atuarem nas sombras, articulando para minar seu poder e tirá-lo do controle do Alvinegro.

O documento, ao qual o ge teve acesso, fala em “interferência ilícita (tortious interference) em seus direitos econômicos e societários”. Para sustentar a acusação, Textor cita reuniões suspeitas com a GDA Luma Capital e até mesmo com Michele Kang, a presidente do Lyon, clube que também faz parte da galáxia da Eagle. O detalhe que acende o alerta máximo: Textor, o principal interessado, não teria participado dessas conversas. O que foi discutido longe de seus olhos? Que planos foram traçados para o futuro do nosso Botafogo sem o seu conhecimento?

Uma Batalha de Bilhões e o Futuro da Estrela Solitária

A conta que Textor apresenta é salgada. A indenização pedida a Magalhães e Montenegro, superior a 400 milhões de dólares, é apenas parte do pacote. O americano também exige o pagamento de danos punitivos, além de todos os honorários advocatícios e custas do processo. É uma demonstração de força, uma mensagem clara de que ele não irá recuar.

Essa ação na Flórida se soma a outra que já corre no Rio de Janeiro, mostrando que a briga será travada em múltiplas frentes. O objetivo final de Textor é duplo: reaver o que ele considera ser seu por direito — o controle de 90% da SAF — e punir financeiramente aqueles que ele acusa de conspirar contra ele.

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O Silêncio que Precede a Tempestade

Diante de acusações tão graves e de um processo de cifras bilionárias, a reação era aguardada com ansiedade. No entanto, o que se viu foi o silêncio. Procurados pela reportagem do Globo Esporte, tanto João Paulo Magalhães quanto Carlos Augusto Montenegro não se pronunciaram sobre o caso até o fechamento da matéria.

Este silêncio pode significar muitas coisas: estratégia jurídica, surpresa ou simplesmente a calmaria antes de uma tempestade judicial sem precedentes na história do futebol brasileiro. O que é certo é que o Botafogo, a nossa paixão, está no epicentro de um terremoto. E nós, fiéis da Estrela, assistimos a tudo com o coração na mão, torcendo para que, no fim, quem vença seja o Glorioso.

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.