A ESTRELA BRILHA NA SELEÇÃO! Danilo, 48º do Fogão em Copas, joga e honra o manto; veja como foram Ferraresi e Kadir

O Glorioso segue fazendo história! Danilo se torna o 48º do Fogão em Copas e entra em campo pela Seleção. Saiba tudo sobre o desempenho dele e dos outros convocados.

O Manto Alvinegro Roda o Mundo

Em noite de futebol internacional, a Estrela Solitária não se apaga. Pelo contrário, ela brilha mais forte, espalhada pelos gramados do mundo, defendida por guerreiros que carregam nosso DNA. Neste último sábado, o coração do torcedor botafoguense bateu em três ritmos diferentes, acompanhando nossos atletas em compromissos por suas seleções na reta final de preparação para a Copa do Mundo. Danilo, pelo Brasil; Ferraresi, pela Venezuela; e Kadir, pelo Panamá. Três nomes, um só sentimento: o orgulho de ser Botafogo.

Enquanto o mundo do futebol volta seus olhos para o maior espetáculo da Terra, o Glorioso reafirma sua vocação histórica. Não somos meros coadjuvantes; somos protagonistas, formadores de lendas. E ver nossos jogadores em campo por seus países é a prova viva de que a mística de General Severiano continua mais viva do que nunca.

Danilo: O 48º Imortal do Fogão na Seleção

A história, meus amigos, a história! Ela foi escrita mais uma vez. Ao entrar em campo na vitória do Brasil por 2 a 1 sobre o Egito, em Cleveland, Danilo não era apenas mais um jogador. Ele era a personificação de uma tradição. Com sua convocação por Carlo Ancelotti, ele se tornou o 48º atleta que o Botafogo cede à Seleção Brasileira em uma Copa do Mundo. Quarenta e oito! Nenhum outro clube no Brasil sequer se aproxima dessa marca. Somos, e sempre seremos, o clube da Seleção.

Danilo atuou durante todo o segundo tempo. O treinador italiano promoveu uma revolução na equipe no intervalo, e nosso volante teve a chance de mostrar seu valor. A partida pode ter sido de poucas exigências, como dizem os analistas, e a participação do nosso craque, ‘discreta’. Mas para nós, povo do Fogão, cada toque na bola, cada passe, foi um momento de puro orgulho. Ele estava lá, representando milhões de alvinegros na preparação final antes da estreia contra o Marrocos, no próximo sábado (13).

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Essa convocação não é apenas um número. É um selo de qualidade, um atestado da grandeza do Botafogo. Em um futebol cada vez mais mercantilista, manter essa identidade, essa conexão profunda com a história da Canarinho, é o que nos distingue. Danilo carrega nos ombros o peso e a glória de Garrincha, Didi, Nilton Santos, Zagallo. Ele honra a Estrela Solitária.

Ferraresi: Liderança e Garra na Vinotinto

Do outro lado da América, em Fort Lauderdale, nosso xerife Ferraresi mostrava por que é titular absoluto do Fogão. Defendendo a Venezuela contra a forte seleção da Turquia, ele foi um gigante. Começou como titular e permaneceu em campo por 88 longos minutos, lutando bravamente em uma partida que terminou com uma derrota apertada por 2 a 1.

O que mais chama a atenção é um detalhe que enche a torcida alvinegra de moral: Ferraresi foi o único jogador que atua no futebol brasileiro a ser convocado pelo técnico Oswaldo Vizcarrondo. Isso diz muito sobre a qualidade e a importância do nosso zagueiro. Enquanto outros clubes se gabam de seus elencos estrelados, é do nosso Glorioso que sai o pilar da defesa venezuelana.

A Venezuela, infelizmente, não estará na Copa do Mundo, mas essa experiência internacional é fundamental. Ferraresi volta mais cascudo, mais preparado para as batalhas que nos esperam. Ele, que está emprestado pelo São Paulo até o fim da temporada, mostra a cada dia que sua alma já é alvinegra. Ainda há um amistoso contra o Iraque, e depois, ele volta para casa. Para General Severiano.

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Kadir: A Esperança que Não se Apaga

A jornada de Kadir com a seleção do Panamá é uma verdadeira novela de superação e esperança, bem ao estilo do que nós, botafoguenses, conhecemos. No empate por 1 a 1 contra a Bósnia e Herzegovina, em St. Louis, nosso lateral ficou no banco de reservas, não sendo utilizado.

Alguém pode pensar que é o fim do sonho, mas não para quem tem a fibra de um guerreiro. Kadir não está na lista final dos convocados, mas segue integrado ao grupo como suplente. Ele continua treinando, suando a camisa, pronto para a batalha. Uma lesão de um companheiro pode abrir a porta do Mundial para ele. É a prova de que nunca se deve desistir.

Vale lembrar que, nos amistosos anteriores, ele não só jogou como deixou sua marca, marcando um gol na vitória sobre a República Dominicana. Ele tem qualidade, tem estrela. O Panamá está no difícil Grupo L, com Croácia, Inglaterra e Gana, e a estreia será contra os ganeses no dia 17 de junho, em Toronto. Estaremos na torcida, Kadir. A esperança é a última que morre, e a sua ainda brilha forte, como a nossa Estrela Solitária.

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O Botafogo é isso aí. É sofrimento, é luta, mas acima de tudo, é uma glória que transcende fronteiras. Que nossos guerreiros voltem mais fortes para nos guiar rumo às vitórias que tanto merecemos.

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.