CRIA DO FOGÃO FAZ GOL E GERA REVOLTA NO PANAMÁ: ‘Dá tempo de levar!’

Cria do Fogão entra, marca em 20 minutos e torcida do Panamá se revolta com o técnico por deixá-lo fora da Copa do Mundo. A estrela brilha!

A mística alvinegra não conhece fronteiras. Quando um talento é forjado sob o brilho da Estrela Solitária, o mundo inteiro para e assiste. Foi exatamente isso que aconteceu na noite desta quarta-feira (3), quando nosso Kadir Barría, cria de General Severiano, precisou de menos de 20 minutos para incendiar uma nação inteira e expor uma das maiores injustiças do futebol de seleções recente.

O Panamá, ainda lambendo as feridas de uma goleada humilhante por 6 a 2 para o Brasil em pleno Maracanã no último domingo (31), entrou em campo para um amistoso contra a República Dominicana. O clima era de desconfiança. O resultado? Uma vitória por 4 a 2. Mas o placar é um mero detalhe perto do drama que se desenrolou no segundo tempo.

Kadir Barría, o jovem talento do Botafogo inexplicavelmente deixado de fora da lista final para a Copa do Mundo, foi chamado a campo. E como manda a cartilha do Glorioso, ele não se acovardou. Ele não apenas jogou; ele resolveu. Em um piscar de olhos, com menos de 20 minutos em campo, ele fez o que jogadores com 90 minutos não conseguiram: marcou um gol. Um gol que ecoou de General Severiano até a Cidade do Panamá.

A Fúria de uma Nação: ‘É Incompreensível!’

O gol de Kadir não foi uma celebração, foi uma acusação. Nas redes sociais, a torcida panamenha, o povo que realmente sente a camisa, explodiu em fúria e incredulidade. A performance do nosso garoto serviu como um espelho para a teimosia do técnico Thomas Christiansen.

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Um torcedor resumiu a ópera com perfeição: “Não jogou nem 20 minutos, outros jogadores com os 90 e mais e não fizeram nada, e o Kadir em menos de 20 fez o gol dele”. A matemática é simples, a conclusão é óbvia. Onde há talento, não há espaço para teimosia.

Outros foram mais profundos, vendo na ausência do nosso craque um reflexo da própria sociedade local. “O lance do Kadir pega tão forte na torcida porque é um reflexo da própria sociedade panamenha. Jovens que não recebem a oportunidade porque os mais veteranos não sabem quando se aposentar, apesar de já não renderem”, desabafou um panamenho, mostrando que a dor ia muito além do futebol.

Um Clamor por Justiça: ‘Retifique, Professor!’

A revolta se transformou em um apelo desesperado, quase uma ordem, direcionada ao técnico e à federação. A torcida não quer aceitar o erro. Eles querem justiça. Eles querem Kadir Barría na Copa do Mundo, e não medem palavras para exigi-lo.

“É incompreensível que o DT deixe fora Kadir e Griffith, que são os melhores em sua posição. Está a tempo de retificar”, clamou um torcedor, que ainda sugeriu uma manobra ousada: “@T9Christiansen, simplesmente se justifica ante a FIFA duas saídas por ‘lesões’ e os inclui, pronto. @fepafut Não tem sentido que os deixem fora!”

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A acusação mais grave, no entanto, foi a de egoísmo. Um fã apontou que o treinador estaria pensando apenas em seu próprio legado, em detrimento do futuro da seleção. “A não convocação de Kadir para mim é um gesto egoísta de TC. Claramente o seu ciclo com o Panamá termina com o mundial e ele está premiando os jogadores que o acompanharam durante ‘seu’ processo. Não está priorizando o futuro da seleção”.

O Brilho da Estrela Solitária que o Mundo Vê

Para nós, fiéis da Estrela, nada disso é surpresa. Sabemos da qualidade que brota em nossos gramados. Kadir Barría é mais um capítulo de uma história de talentos que o Botafogo revela para o mundo. O gol dele pelo Panamá é um recado: o DNA do Fogão é um DNA vencedor, de quem não desiste, de quem aproveita cada segundo.

Enquanto um país inteiro se pergunta como um talento desses foi ignorado, nós sorrimos com orgulho. Eles estão descobrindo agora o que já sabíamos. A estrela de Kadir brilha, e ela é alvinegra. Que o mundo se prepare, pois o Fogão, como sempre, está formando jogadores que fazem a diferença.

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A bola agora está com o técnico do Panamá. Irá ele ouvir o clamor de seu povo e a evidência irrefutável do campo? Ou manterá sua decisão, sabendo que deixou o brilho mais intenso no banco de reservas? Para Kadir, a resposta já foi dada. Com a bola no pé e o escudo do Fogão no coração.

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.